SEM AÇÕES E À DERIVA
O país comemora nesta quarta feira 15, dois meses com o ministério da Saúde “enfrentando” a quarentena sem um ministro, atuando apenas com Eduardo Pazuello que é general de divisão do Exército e responde interinamente. Até o momento, Pazuello mudou protocolos e rotinas e não colocou em prática promessas que fez como a distribuição de 46 milhões de testes. Até o momento, o ministro apenas fez as vontades do presidente, em defender o uso da cloroquina (medicamento sem eficácia comprovada e que carrega consigo graves efeitos colaterais) e uma frustrada tentativa de maquiar os números divulgados da Covid 19. Tanto o ministro quanto o presidente que deveriam conduzir o enfrentamento à crise sanitária mais letal do século, estão embasados em achismos e escorregam na lama da ignorância e falta de respeito e sensibilidade. Segundo cientistas e estudiosos da área de saúde no país, a pasta está à deriva. Os números comprovam.