Polícia Civil trata homicídio de supervisor do CRB como possível execução

Crime ocorreu no bairro da Santa Lúcia; vítima aguardava van para ir ao CT do clube quando foi morta

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) passou a tratar como possível execução o homicídio que vitimou Joanisson, de 32 anos, supervisor da base do CRB, morto no bairro da Santa Lúcia, em Maceió. A investigação é conduzida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que não descarta a hipótese de crime passional, entre outras linhas investigativas.

Segundo a coordenadora da DHPP, delegada Tacyane Ribeiro, imagens de câmeras de segurança analisadas pela polícia apontam para uma dinâmica suspeita momentos antes do assassinato.

“A atitude dela é um tanto quanto suspeita. Ela aparece nas imagens por volta de 6h01, se esconde e, quando a vítima passa por volta de 6h05, ela passa a segui-la. Logo à frente, a vítima é executada por um indivíduo. Nenhum objeto foi levado, então o caso está sendo tratado como homicídio, possivelmente uma execução”, afirmou a delegada.

De acordo com a Polícia Civil, a divulgação das imagens tem como objetivo obter informações da população que possam ajudar na identificação do autor e no esclarecimento do crime.

“A Polícia Civil está investigando as possíveis motivações, e a intenção da divulgação das imagens é pedir apoio à população”, completou.

Joanisson foi morto enquanto aguardava uma van para seguir até o Centro de Treinamento do CRB, onde trabalhava. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Até o momento, o suspeito não foi identificado.

A delegada informou ainda que a família da vítima não relatou problemas ou conflitos anteriores envolvendo Joanisson.

“A vítima não possuía histórico criminal, era uma pessoa querida, mas não podemos passar muitas informações para não atrapalhar. As equipes estão nas ruas buscando informações e coletando outras imagens”, explicou.

Sobre as possíveis motivações do crime, a Polícia Civil informou que nenhuma linha de investigação está descartada, incluindo a hipótese de crime passional, embora detalhes não possam ser divulgados neste momento.

“Nenhuma linha será descartada, mas não podemos passar maiores informações”, destacou a delegada Tacyane Ribeiro.

As investigações seguem em andamento e qualquer informação que possa contribuir com a elucidação do crime pode ser repassada, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

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