Kayllan projeta jogo especial contra Penedense e destaca evolução do CSA
Volante comentou reencontro com ex-clube e sua adaptação no meio-campo do Azulão

Na tarde desta terça-feira (13), o volante Kayllan concedeu entrevista coletiva e comentou sobre o momento vivido no CSA, a expectativa para o próximo compromisso da equipe e o reencontro com o Penedense, clube que defendeu no ano passado. Identificado com o Azulão, o jogador destacou a preparação na pré-temporada, a evolução do time, a força da camisa azulina e a importância do apoio da torcida nas arquibancadas.
Contratado recentemente pelo CSA, Kayllan vive a expectativa de um confronto especial. Em 2025, o volante defendia o adversário e agora estará do outro lado, vestindo a camisa azulina. Mesmo com o fator emocional, o jogador garante foco total na vitória.
Eu vejo que vai ser para mim um jogo especial. Em 2025 eu estava lá, do lado deles e pude ajudá-los, e hoje estou aqui, no CSA. Vou fazer o máximo possível para a gente ganhar o jogo e poder sair com os três pontos.”
Questionado sobre a estreia e o impacto da pressão nos primeiros minutos em campo, Kayllan ressaltou o trabalho realizado na pré-temporada e a confiança passada pela comissão técnica.
“Eu acho que não tive tanta pressão, por conta do que a gente veio trabalhando na pré-temporada, fazendo o que o professor tá sempre pedindo. No começo do jogo dá sempre aquele friozinho na barriga, mas depois a gente vai levando, começa a bater a bola e escutar os nossos companheiros, aí dá para tranquilizar”, falou.
O volante também destacou o compromisso do elenco com os objetivos do clube, independentemente do momento vivido pelo CSA na Série D. Dentro de campo, Kayllan ressaltou a sintonia com os companheiros de meio-campo, enfatizando a comunicação constante para manter o setor compacto e intenso durante as partidas.
“É muito importante. A gente está no CSA hoje e, independente da fase ou da situação em que ele está, estamos aqui para somar, buscar os objetivos do clube e vencer os jogos, para estar no melhor patamar. Parceria muito boa. A gente vem sempre conversando, não só eu e ele, mas também com o Bigode e outros jogadores. Antes dos jogos a gente fala que o meio é da gente, que os caras não podem respirar, temos que estar ligados o tempo todo na primeira e segunda bola, para nos mantermos compactos como o professor pede”, disse.
Fora das quatro linhas, o jogador revelou que a chegada ao CSA trouxe uma pressão especial, principalmente pelo vínculo familiar com o clube. Após o último jogo, uma conversa com o pai marcou esse momento de adaptação. Ele também demonstrou otimismo quanto à evolução do elenco ao longo da temporada.
“Assim que fui anunciado aqui, teve um pouco de pressão. Minha família é toda azulina, todo mundo batia muito na tecla. Depois do jogo, meu pai me ligou, tivemos uma conversa sadia, até nos emocionamos. A confiança está lá em cima para fazermos um bom jogo na quarta-feira. Acredito muito na nossa evolução. Estamos apenas no começo de uma grande fase e de uma grande temporada. Temos muito a crescer ainda”, concluiu.
Por fim, o volante exaltou o peso da camisa do CSA e o papel fundamental da torcida, que compareceu em bom número no último compromisso da equipe.
“Não é só um time de massa, é um time de camisa e muita tradição. Vestir essa camisa é uma pressão grande, mas procuro fazer o meu melhor. O torcedor é muito importante. Domingo foi muito bonito de ver, eles apoiando os 90 minutos. Jogamos por eles, dá uma motivação a mais. É muito gratificante ver o estádio todo azul”, concluiu.
A partida entre CSA x Penedense será realizada às 20h dessa quarta-feira (14), no Estádio Rei Pelé, em Maceió, válido pela segunda rodada do Campeonato Alagoano. As duas equipes venceram na estreia da competição.
Fonte Gazeta WEB