O “poder do voto”

O poder do voto tira personalidade dos que se julgam fortes e desmoraliza aqueles que dizem “dessa água não beberei”. Funciona  como instrumento que atrai todos no mesmo barco – ricos, pobres, médios e desprezados. Se estiver de cima porque, de baixo, todo mundo arruma um jeito de se afastar  para não se comprometer na viagem.

Para não caí da janela, muita gente grande suporta traição, ingratidão, e punhalada  pelas costas. Já disseram várias vezes em Alagoas: ” com esse cara nunca mais quero conversa nem para entrar no céu! Eleição seguinte ou no outro dia, estão juntinhos, tomando uísque, bebendo cachaça, tirando onda com os que trocaram tapas por eles.”

A vida pública não vale nada, promessas viram piadas de mau gosto e o povo, nas ruas parecendo palhaço. Quem é sério e ingressa no voto perde a “virgindade” e, na primeira cantada, vai para a “prostituição”. ” Quem promete não pode recuar nem na hora da morte”, já dizia a Vereadora por Maceió Fátima Santiago.

Por redação C/ José Elias / flora Guimarães

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