Fecomércio pede ajuda ao governo de AL para amenizar impacto das medidas restritivas

Após o governo de Alagoas impor medidas restritivas mais duras no Estado, que incluem o fechamento de estabelecimentos comerciais no Agreste e Sertão, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio-AL), Gilton Lima, explicou que a instituição estuda viabilizar pleitos tributários e fiscais junto ao governo.
Lima diz que a Fecomércio-AL defende que as empresas não arquem sozinhas com os prejuízos. “Não dá para negar o forte impacto econômico causado por restrições mais severas, tais como o fechamento dos estabelecimentos comerciais, limitações acentuadas de capacidade e proibição de atividades culturais, de lazer e de entretenimento”, afirma.
De acordo com a instituição, o faturamento médio diário do setor de Comércio e Serviços do Estado é de R$ 59 milhões. O cálculo é baseado em um cruzamento de dados disponibilizados pela Receita Federal do Brasil (RFB) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).