Confira a lista de prováveis eleitos para Assembleia Legislativa, conforme analista político

Por Vanessa Alencar
Depois de divulgar, na sexta-feira (25), a lista dos possíveis eleitos de Alagoas para a Câmara dos Deputados, neste sábado (26), o professor e analista político Marcelo Bastos apresentou os prognósticos dos 27 eleitos para a Assembleia Legislativa de Alagoas.
Para ele, a Federação União Progressista elege quatro parlamentares, “com a possibilidade real de um quinto eleito”. Desses, o analista político considera três eleitos: Fernando Pereira, Antonio Albuquerque e Delegado Leonam.
Outros três nomes brigarão por uma ou duas cadeiras: Rose Davino, Mesaque Padilha e Neno da Laje.
Já a Federação, PT PCdoB e PV deve eleger três nomes, sendo o primeiro deles o deputado Ronaldo Medeiros. As outras duas vagas serão disputadas entre Silvio Camelo, Marcos Barbosa, Breno Albuquerque e Teca Nelma.
“A Federação PSDB Cidadania faz dois, com a possibilidade remota de fazer um terceiro. Os dois nomes mais prováveis de serem eleitos são Tenorinho Malta e Lucas Barbosa. Se fizerem a terceira vaga, dois nomes disputam: Francisco Sales e Léo Loureiro“, prosseguiu o analista.
Em relação ao PL, Marcelo Bastos crava que o partido faz um deputado, Cabo Bebeto, com a possibilidade de conseguir mais uma cadeira, que seria disputada entre Leonardo Dias e Brivaldo Marques.
O MDB elege 15, com a possibilidade “remota”, segundo o professor, de eleger 16.
Desses, os 11 que Marcelo Bastos já considera eleitos são:
Marcelo Victor, Alexandre Ayres, Cibele Moura, Cícero Cavalcante, Paulinho Mendonça, Ricardo Nezinho, Hugo Wanderley, Fátima Canuto, Remi Calheiros, Dudu Ronalsa e Lelo Maia.
“Oito irão brigar por quatro ou cinco vagas: Inácio Loiola, Francisco Tenório, Gilvan Filho, André Silva, Guilherme Lopes, Henrique Chicão, Marcos Beltrão e Gabi Gonçalves“, concluiu.
Marcelo Bastos destaca, ao longo do vídeo, que já realiza esse tipo de estudo há vários anos, levando em consideração pontos como pesquisas de consumo interno, tamanho dos partidos, desempenho dos candidatos em eleições passadas, campanhas de rua e pelas redes sociais.
Pontua, ainda, que se trata apenas de prognósticos, embora ele tenha, ao longo de vários pleitos eleitorais, um nível de acerto de mais de 80%, chegando a 100% algumas vezes.



