No placar 3X0, cassação de prefeito e vice-prefeito está nas mãos do TRE-AL

Após a publicação da matéria “Troca de apoio revela ‘acordo político’ pela não cassação de prefeito e vice no TRE-AL”, a repercussão ganhou grandes debates e discussões pelos moradores da cidade de Piaçabuçu.

Desde o ano passado que se arrasta, no Tribunal Regional eleitoral de Alagoas (TRE-AL), o caso do processo sobre o Recurso Eleitoral na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.

Tudo teve início no ano de 2025, em meados de junho, quando o juiz Lucas Lopes Dória, da 13ª Zona Eleitoral, determinou a cassação dos mandatos do prefeito de Piaçabuçu, Rymes Lessa (MDB), e do vice-prefeito, Carlos Ronalsa.

Fatos comprovados:

– Realização de festas e sorteios com verba pública;- distribuição de alimentos, promoção de eventos com presença do então pré-candidato;

– Uso da estrutura da Prefeitura municipal para fins eleitorais;

– Consideradas ilegais a realização de evento político na residência do vice-prefeito;

– Distribuição de brindes na Semana Santa;

– E, por fim, a alteração da identidade visual das redes sociais institucionais com referências à campanha.

No entanto, após o pedido do desembargador Kléver Loureiro, na sessão do pleno em maio deste ano, o processo permanece parado no TRE-AL mesmo com três votos favoráveis à cassação e faltando dois restantes

Ou seja: a maioria dos desembargadores decidindo pela perda dos mandatos do prefeito e vice, na ação ajuizada pela coligação “Piaçabuçu, Daqui pra Melhor”, e pelo ex-candidato Kayro Cristóvão Castro.

Outrossim, não resta dúvidas, desde a decisão do juiz Lucas Lopes Dória, da 13ª Zona Eleitoral e diante dos fatos apontandos, que houve uma série de condutas ilegais supostamente praticadas durante o ano eleitoral de 2024.

Portanto, no placar 3X0, a cassação de prefeito e vice-prefeito de Piaçabuçu está nas mãos do TRE-AL.

Já a população cobra uma decisão da Justiça eleitoral de Alagoas, visto que, o processo se arrasta desde 2025, ocasionando uma ‘instabilidade administrativa, política e eleitoral no município’.

Afinal, a administração local tem até deixado de cumprir, nos últimos meses, com os pagamentos de salários de servidores e deixando faltar os serviços públicos essenciais de responsabilidade do Poder Executivo municipal.

Em Tempo: o clima na cidade é de animosidade política, principalmente, depois que o prefeito inaugurou um Parque de Vaquejada, no qual vem sendo intitulado como “a maior obra da atual gestão”.

Será?

Veremos!

Política é Política.

É isto!

E viva a política dos políticos em Alagoas!

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“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade”.

 

Fonte: blog Kleberson levy

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