Jornalista penedense analisa diante da sua visão o destino da ponte que ligará Penedo à Neópolis

Quando foi inaugurada a ponte Propriá/Porto Real do Colégio, os políticos medíocres dos dois municípios afirmaram que a ponte traria o progresso para ambos, fortalecendo o turismo que não existia, e que teriam de percorrer um longo período para isso. Depois de muitos anos, nada aconteceu, deixando os dois municípios a ver navio e pouco estimado como foco de um possível caminho para uma redenção que nunca chegou, ambos providenciando a contratação de pessoas que se diziam habilitadas e credenciadas para fomentar o turismo e o desenvolvimento. Comeram o dinheiro dado pelos municípios e desapareceram. A ponte que ligará Penedo à Neópolis está seguindo o mesmo caminho, com os políticos de meia tigela prometendo o desenvolvimento turístico e buscando organizar uma central organizadora, objetivando dar aos dois municípios, as condições favoráveis ao crescimento tão aguardado pelos os que ainda acreditam em falácias de possíveis aproveitadores. Em termos de turismo e cultura, Penedo é um total fracasso, pouco fazendo para fazer acreditar a quem for atravessar a ponte, tenha o desejo de visitar a cidade. É preciso dar esse objetivo, a quem conheça a realidade das possíveis condições de que cada uma possa atrair as pessoas, mesmo antes de atravessar a ponte doutor Hélio Nogueira Lopes.
Por redação C/ Nilo Sérgio Pinheiro



