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Vídeo: alvo de operação, Collor ataca PF e MPF: “Inquisidores movidos por má-fé”

Na sessão desta segunda-feira (14), o senador Fernando Collor (PROS) atacou a Polícia Federal e o MPF ao falar sobre a operação Arremate, da qual foi alvo na sexta-feira passada. Ele disse que não tem vinculação com os fatos e que a suspeita surgiu de um “vazamento seletivo, objetivo e cruel”.

“Desafio que mostrem as provas, abram o jogo e discutam à luz do dia. Deixem o ambiente de sigilo e da fofoca. Exibam fatos. Procurador não é juiz. Ilação não é prova. Suspeição não é sentença.”, destacou Collor, acrescentando que foi vítima de uma violência em decorrência da busca e apreensão residencial baseada, “não em indícios veementes, mas em mera e irreal suposição de inquisidores destituídos de bom senso, prudência e responsabilidade funcional, porém, movidos por manifesta má-fé e espírito emulativo.”.

“É preciso dar um basta nessa irresponsabilidade acusatória. O processo penal não pode se converter em instrumento de arbítrio estatal, tampouco de palanque a serviço de conveniência autopromocional, de inquisidores ocasionais e justiceiros de plantão”, continuou, defendendo a aprovação de regras para impor limites à atuação do Estado na apuração da prática de crimes.

Segundo as investigações, o senador pode ter utilizado o assessor parlamentar Tarso de Lima Sarmento como laranja na aquisição de imóveis, em leilões, avaliados em R$ 6 milhões. O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a execução de16 mandados de busca e apreensão na residência de Collor e de pessoas ligadas ao assessor.

cadaminuto

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