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Somadas, obras federais paralisadas em Alagoas causam prejuízo de R$ 600 milhões

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) analisam o diagnóstico elaborado pela Associação dos Tribunais de Contas dos estados (Atricon) sobre as obras federais paradas ou paralisadas no País. Alagoas tem mais de 40, algumas com mais de 10 anos paradas. Os prejuízos somam R$ 600 milhões.

As obras tratam construção e recuperação de rodovias, de saneamento e abastecimento de água, além de melhorias na infraestrutura urbana. O diagnóstico do comitê criado no ano passado para destravar obras federas, depois de analisados, será encaminhado ao presidente Jair Bolsonaro com recomendações do TCU e STF.

Entre as cidades com maior volume de obras paradas, o destaque é Maceió. A capital tem oito obras federais paralisadas ou suspensas. Elas somam R$ 200 milhões e a maioria trata de melhorias urbanas e na infraestrutura.

De acordo com o diagnóstico do TCE, essas obras tratam de investimentos e melhorias na infraestrutura turística, macrodrenagem, aumento no abastecimento de água, de prevenção em áreas de risco, edificações administrativas, entre outras também de melhorias na infraestrutura urbana e periféricas.

A prefeitura da capital foi uma das primeiras a atender a solicitação federal,conforme disse o presidente do TCE, conselheiro Otávio Lessa. Para o prefeito Rui Palmeira (PSDB) e os outros gestores municipais, a retomada dessas obras, além de favorecer o desenvolvimento urbano, ajudarão na injeção de recursos na cadeia produtiva da cidade e na geração de milhares de empregos de um milhão que enfrenta recessão e, segundo o IBGE, viu o crescimento da informalidade, com o aumento de 17% no nível de desemprego, ano passado

Nos outros municípios, as obras paradas também são de infraestrutura: pavimentação, restauração e recuperação da malha urbana, de melhorias em equipamentos urbanos, no abastecimento de água e de saneamento. São obras consideradas de pequeno e médio portes. Todas acima de R$ 1,5 milhão.

 

 

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