Dois anos depois da Saúde, Educação vira alvo da PF em Alagoas

Há uma expectativa de que a investigação de hoje da PF não traga grandes consequências para gestores e operadores, independentemente da qualidade e qualificação dos integrantes da mais preparada instituição policial do Brasil.

Um avanço de muitos anos, principalmente depois que a PF deixou de sofrer a intervenção política de longas datas – e que assim continue.

No governo Renan Filho, por exemplo, a Secretaria de Educação é segunda pasta a ser alvo de operações da Polícia Federal, em parceria com a CGU.

A primeira aconteceu em agosto de 2017, na Saúde – Operação Correlatos -, onde a Controladoria-Geral da União teria detectado fraudes milionárias na compra fracionada de materiais e serviços hospitalares e laboratoriais nos anos de 2015 e 2016.

Um esquema que burlaria a Lei de Licitações, com as aquisições de insumos e medicamentos feitas até o valor de R$ 8 mil (o que dispensa a licitação).

Aliás, segundo as informações da PF, no dia da operação, essas transações teriam consumido, de 2010 a 2016, R$ 237 milhões, dos quais R$ 172 milhões do SUS.

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