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CSA bate o Fluminense no Maracanã por 1 a 0 e conquista segunda vitória na Série A

O CSA derrotou o Fluminense no Maracanã, na tarde deste domingo (18), por 1 a 0, com gol de Jonathan Gómez. Com o placar, o Azulão chegou aos 11 pontos e passou, de forma momentânea, a Chapecoense, que encara o Avaí na noite de hoje. Já o Fluminense, permanece com 12 pontos e volta à zona de rebaixamento, uma vez que o Cruzeiro bateu o Santos. O resultado fez os tricolores vaiarem muito ao apito final e chamarem a equipe de “sem vergonha”.

O time das Laranjeiras volta a campo pelo Brasileiro contra o Avaí – na próxima rodada, pegaria o Palmeiras, mas a partida foi adiada pela CBF por causa de conflitos com datas da Libertadores e da Sul-Americana -, enquanto o CSA recebe o Cruzeiro, em Maceió.

Pressionado?

Depois de o vice-presidente Celso Barros, nome forte do Futebol do Fluminense, ter cobrado por resultados durante a semana, o técnico Fernando Diniz viu seus comandados ditarem o ritmo da partida, mas saírem derrotados em casa. O treinador foi alvo de xingamentos dos torcedores.

Quem foi bem

Jonatan Gómez foi o nome do jogo. O meia foi um dos mais ativos da equipe alagoana, auxiliando na saída de bola e dando bons passes no primeiro tempo. Além disso, fez o gol da vitória do CSA.

Quem foi mal

O zagueiro Nino vinha fazendo uma partida segura, mas falhou no bote no lance que gerou o gol do CSA. Ele tomou o giro de Ricardo Bueno, que cruzou para Maranhão e este ajeitou para Joantan Gómez.

Fluminense

A equipe tricolor manteve o estilo de ter mais posse de bola, conseguiu se manter no campo de ataque, e explorar as jogadas pelas pontas, mas esbarrou em um problema que não é de hoje: falta de efetividade. As oportunidades foram criadas, mas a finalização das jogadas não foi da maneira esperada.

Na defesa, falhou ao dar espaço e viu o CSA conseguir, em um contra-ataque, o gol da vitória.

CSA

O time comandado por Argel Fucks fez maior volume na intermediária de defesa e buscou levar dificuldades na troca de passes dos tricolores, encurtando os espaços. Na saída de bola, aplicava a velocidade, mas com a dupla Alecsandro e Maranhão isolada, as jogadas acabavam sendo pouco produtivas.

Cumprindo a estratégia, conseguiu um gol em um contra-ataque e levou para casa três importantes pontos.

Cronologia do jogo

O jogo começou com o panorama imaginado: Fluminense tendo mais posse de bola e o CSA apostando nos contra-ataques. Apesar de uma maior presença no campo de ataque, faltava ao time tricolor efetividade para concluir as jogadas – Yony foi quem teve mais chances. Jordi fez algumas defesas, mas em certo momento, os torcedores presentes ao Maracanã demonstraram certa impaciência com a morosidade da equipe.

O CSA, por sua vez, aguardava os erros do time tricolor. A equipe de Alagoas conseguiu encaixar algumas jogadas em velocidade e deu, até certo ponto, trabalho ao setor ofensivo, mas esbarrava nos próprios erros.

No segundo tempo, Fernando Diniz colocou Wellington Nem e centralizou mais Yony. A equipe das Laranjeiras buscou ser mais radical, mas a forte marcação e o excesso de faltas do CSA “amarravam” o Flu.

No “ataque contra defesa” que o jogo se tornou na etapa final, o time carioca acabou buscando muitas trocas de passes pelo meio, que não tiveram sucesso. Ganso e Wellington Nem tiveram boas chances – em lances construídos pelo lado esquerdo -, mas mandaram por cima da meta.

Polêmica e gol

Ganso recebeu na área, dominou, buscou um balão em Luciano Castán e caiu na área, reclamando ter sido tocado. A arbitragem mandou o jogo seguir, Jordi mandou para frente e o CSA saiu em contra-ataque. Maranhão recebeu cruzamento e ajeitou para Jonatan Gómez, que bateu no canto esquerdo de Muriel e abriu o placar.

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