141 candidatos disputam 27 vagas na Assembleia Legislativa de AL; média de 5 candidatos por vaga

A corrida por uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado (ALE) registra 141 pedidos de registro de candidatura para o cargo de deputado estadual. Com um plenário fixado em 27 cadeiras, a proporção média é de aproximadamente 5 candidatos concorrendo a cada vaga na Casa de Tavares Bastos.
Os dados foram consolidados pelo sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e compilados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL).
O número reflete a configuração da disputa proporcional no estado, exigindo das legendas e dos postulantes organização logística e capilaridade eleitoral, sobretudo fora da capital, para alcançar o quociente eleitoral necessário.
Enquanto nomes tradicionais e detentores de mandato buscam a recondução ao cargo, a composição das chapas partidárias também apresenta readequações decorrentes de parlamentares que optaram por concorrer a outras esferas nas eleições gerais.
A disputa proporcional e a busca pela reeleição
Entre os postulantes registrados nas nominatas das federações e partidos, a disputa conta com parlamentares com mandato que tentam mais quatro anos de cadeira legislativa e, inclusive, que vem de outros cargos.
Figuram na disputa proporcional nomes como Marcelo Victor (MDB), Cibele Moura (MDB), Fátima Canuto (MDB), Ricardo Nezinho (MDB), Inácio Loiola (MDB), Francisco Tenório (MDB), Léo Loureiro (PSDB), Francisco Sales (PSDB), Tenorinho Malta (PSDB), Teca Nelma (PT), Cabo Bebeto (PL), Ronaldo Medeiro (PT), Marcos Barbosa (PT) e Lobão (MDB).
Por outro lado, o desenho da Assembleia apresenta alterações em relação à legislatura atual devido a vagas que ficaram em aberto e a deputados que migraram para outras disputas majoritárias ou federais neste pleito.
Monitoramento da Justiça Eleitoral
O volume de concorrentes e a movimentação nos municípios ocorrem sob as diretrizes de fiscalização do TRE-AL.
Com a autorização da propaganda oficial nas ruas e na internet, os comitês jurídicos dos partidos acompanham o cumprimento das normas estabelecidas pelo TSE, o que inclui a observância dos limites de gastos estipulados para as campanhas proporcionais e o monitoramento contra a desinformação e o uso irregular de ferramentas de inteligência artificial.
Fonte cadaminuto



