Não confunda autoridade com autoritarismo e prepotência.

Exercer um cargo de confiança — como gerentes, diretores e supervisores — representa a atribuição de maior responsabilidade, autonomia decisória e poder de gestão (art. 62 da CLT), e não um salvo-conduto para autoritarismo ou prepotência

A verdadeira liderança, mesmo em cargos de confiança, difere fundamentalmente do comportamento autoritário:

O autoritarismo ou mesmo a prepotência baseiam-se no medo, na submissão, na imposição de ordens, no amém sim senhor sem diálogo e na agressividade, o que desmotiva a equipe e cria um clima desfavorável em toda circunstância de trabalho. Humildade cabe em qualquer lugar e não faz mal a ninguém.  Ser subordinado não é ser subserviente. Porque a subserviência no popular é sinônimo de agachamento.

O cargo de confiança exige “poder de mando” (assinar, decidir, delegar), mas isso não significa que o gestor esteja acima de padrões éticos ou de respeito profissional. O uso abusivo dessa autoridade pode, inclusive, gerar um ambiente de trabalho desmotivador e com alta rotatividade de pessoal.

O profissional em cargo de confiança deve ser um articulador que: escuta, engaja, envolve equipe na tomada de decisões. Dialogar antes de mandar, essa é a máxima de quem dirige algo. É ter atitude e autonomia própria. As pessoas não são gestoras! Estão gestoras ! É bom lembrar isso!
Um grande e verdadeiro gestor precisa antes de tudo ter inteligência emocional. Mantendo a calma e a ética, mesmo sob pressão, evitando a prepotência.
Por redação
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