Governo de Alagoas: Retorno de Pontes de Miranda à Sesau é uma afronta a todos em Alagoas

Roubalheira' na Sesau-AL - ainda - precisa de um 'pente fino', resposta pública clara e o dinheiro devolvido (quando? como?) aos cofres públicos

Quando resolvi escrever este texto, no devido título acima, é para dizer (em poucas palavras) que é uma afronta à Polícia Federal, à Justiça (cadê?) e, principalmente, ao povo alagoano, a permanência do (ex, afastado ou atual) secretário de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), o médico Gustavo Pontes Miranda.

Estamos falando de  milhões que, até o momento, ninguém recebeu uma justificativa (se é que há) plausível de onde estão esses valores.

É inacreditável que, em Alagoas, poucos foram os parlamentares que se manifestaram sobre o desvio na pasta da saúde estadual. A maioria da classe política parece ‘enxugar gelo’ diante dos acontecimentos administrativos do Executivo.

São R$ 100 milhões que parecem ter sido levado para o caminho que consideram como o “ralo da corrupção”. Milhões que poderiam ser destinados para a saúde da população alagoana e, até o momento, niguém deu satisfação sobre os valores divulgados pela PF. Onde estão? Onde foi parar?

Não foi à toa que a afronta – também – se observou na abertura dos trabalhos legislativos de 2026, na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

Foi lá que Pontes de Miranda demonstrava seu retorno à Sesau-AL, em meio aos deputados estaduais, e confirmou quem manda na saúde de Alagoas.

Aliás, e, infelizmente, parece até clichê Alagoas ser palco do famigerado desvios de recursos públicos para beneficiar os que mandam e desmandam no PODER.

Já Pontes de Miranda, dizem nos bastidores, continua na cadeira em que deveria ter deixado desde a Operação Estágio IV, deflagrada pela Polícia Federal em Alagoas, em dezembro de 2025.

Como diz a velha máxima popular: “quem for podre que se quebre”. E a pobre Alagoas não aguenta mais ser notada como um estado de corrupção.

Há uma frase que é bem clara: “aqueles que são corruptos, desonestos ou de má índole devem ser expostos, cair e sofrer as consequências de seus atos”.

Por fim, o  retorno de Pontes de Miranda à Sesau é uma afronta a todos (sem exceção). Já ‘Roubalheira’ na Sesau-AL – ainda – precisa de um ‘pente fino’, resposta pública clara e o dinheiro devolvido (quando? como?) aos cofres públicos.

Triste Realidade.

E viva a política dos políticos em Alagoas!

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Por Kléverson Levy

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