” No país dos equívocos tudo acontece ao sabor dos interesses “

Essa frase resume com perfeição uma visão crítica sobre cenários onde as vezes a conveniência política, econômica ou pessoal se sobrepõe às leis, à ética e ao bem-comum. No “país dos equívocos”,  as regras mudam  conforme a direção do vento e o  que parece ser um erro ou acidente ( um equívoco) é na verdade uma ação deliberada para beneficiar alguns e relegar a maioria a segundo plano.

As decisões perdem a previsibilidade. Onde a narrativa e o interesse do momento valem mais do que os fatos. Sendo assim a população  passa a não acreditar mais nas intenções da maioria dos nossos representantes e dirigentes políticos, enxergando segundas intenções em cada medida  tomada.

Como diz a máxima o povo  em época de eleições  só serve mesmo como massa de manobra para promover aqueles que se apresentam como guardiões do povo quando na verdade são grandes aproveitadores da boa fé do nosso povo.

“Primeiro eu, segundo eu, terceiro eu, o resto é detalhe já dizia um grande e conhecido líder comunitário penedense.

Por redação

 

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