O homem preso durante a “Operação Face Oculta“, deflagrada pela Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) na última quarta-feira (22), não é professor do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), mas sim um prestador de serviços terceirizado.
A informação foi confirmada e esclarecida pela assessoria de comunicação da instituição federal de ensino por meio de nota oficial enviada à imprensa. A assessoria não detalha qual dos presos é o prestador de serviços terceirizado.
A retificação ocorre após as repercussões das prisões efetuadas pela Delegacia de Crimes Contra a Criança e ao Adolescente (DCCAA), que investiga suspeitos pelos crimes de estupro de vulnerável e compartilhamento de material de abuso sexual infantil na capital.
Em nota oficial, o Ifal detalhou a natureza da relação de trabalho do investigado com a instituição.
“Ainda sobre os fatos divulgados pela imprensa da Operação Face Oculta, o Instituto Federal de Alagoas esclarece que a pessoa envolvida no caso não é professor da instituição, e sim um profissional prestador de serviços, contratado pela empresa terceirizada Alerta Serviços”, diz o comunicado.
Na mesma manifestação, o instituto reiterou o “compromisso com a cultura de integridade no serviço público”. O investigado segue preso e à disposição do Poder Judiciário alagoano.
Fonte cadaminuto
