Crescimento da candidatura de Flávio acelera alianças pelo país e pressiona Lula e o PT

Há pouco mais de dois meses, no dia 7 de fevereiro, quando a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) mostrava que tinha potencial para pôr em xeque sua reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diante de vários caciques do partido, na festa de aniversário do PT, em Salvador, discursou em alto e bom som. “Nós não estamos com essa bola toda em todos os estados. Precisamos compor e decidir se a gente quer ganhar ou perder”, disse, antes de pedir ao presidente da sigla, Edinho Silva, que fizesse “as alianças necessárias para a gente ganhar as eleições”. A preocupação fazia sentido porque, com o aval do pai, Jair Bolsonaro, o filho Zero Um começou a articular a formação de chapas pelo país, o que foi facilitado pelos bons números obtidos nas pesquisas. A corrida por apoios, acelerada nos últimos dias, parte de uma necessidade: em um sistema político fragmentado como o brasileiro, a construção de palanques amplos pode ser o fator de desequilíbrio na disputa, que promete ser tão acirrada quanto a de 2022.

Fonte Veja ( Veja Mais) Instagram: leia a reportagem na íntegra em #VEJA de 17 de abril de 2026, edição nº 2991

Foto (@plnacional22/Instagram)

 

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