Análise: “Popularidade de Lula respira por aparelhos e ele continua falando absurdos”

Jornalista Madeleine Laczko:

“Lula vive o momento mais desesperador da sua carreira política. Parece exagero? Não é. Nem quando esteve preso ele enfrentou uma crise dessa dimensão. Naquele momento, havia fatores externos que explicavam seus problemas: tinvestigações, denúncias do Ministério Público e tribunais decretando sua prisão. Agora, a situação é diferente. O problema não vem de fora, mas de dentro. A crise de popularidade é resultado direto da sua própria gestão à frente da presidência.

Segundo o Datafolha, Lula tem hoje apenas 24% de aprovação. Nunca esteve tão baixo em seus governos anteriores, nem mesmo no auge do Mensalão. Para se ter ideia da gravidade, Bolsonaro, no pior momento da pandemia, tinha o mesmo número. Saiu do governo com 39% de aprovação. Lula, com toda a máquina pública na mão, patina nos 24% sem pandemia. O motivo? Não há como maquiar a realidade. O governo está ruim, os preços altos, a economia fragilizada. E o problema se agrava quando Lula abre a boca.

O que ele tem feito para reverter a situação? Primeiro, quando questionado sobre o alto preço dos alimentos, sugeriu que o povo simplesmente deixasse de comprar. Depois, com o aumento do valor do ovo, tentou fazer piada: ‘Eu como ovo de pata’. O detalhe? Ovo de pata é conhecido como Viagra natural. Ele insistiu, dizendo que, na verdade, come ovo de ema. E, para completar o show de declarações desastrosas, veio com o absurdo de que talvez passasse a comer ovo de jabuti. Além da irrelevância do comentário, comer ovos de ema ou jabuti configura crime ambiental. O deputado Kim Kataguiri já protocolou uma denúncia.

E as bobagens não param por aí. Recentemente, Lula conversava com uma senhora apenas um ano mais velha que Janja. Em vez de demonstrar respeito, soltou a pérola: ‘A senhora já não tem mais vergonha disso, né?’, referindo-se ao fato dela não ter dentes. Como se não bastasse, ressuscitaram uma pérola do ano passado: a ideia de que o programa Minha Casa, Minha Vida deveria incluir varandas para que os moradores pudessem soltar pum ao ar livre.

Enquanto Lula fala absurdos, o brasileiro se desespera com a economia e, principalmente, com a segurança pública. Nos últimos dias, crimes bárbaros chamaram a atenção do país.

Em São Paulo, um ciclista no Parque do Povo foi morto apenas para que o assassino pudesse roubar seu celular. Em outro caso chocante, uma médica de 67 anos, praticando sua corrida matinal, foi atacada por dois criminosos que a espancaram e tentaram morder sua mão para roubar sua aliança.

No Rio de Janeiro, bandidos armados com fuzis invadiram uma delegacia e dispararam mais de 300 tiros para resgatar um chefe do crime organizado. Diante desse cenário, o que fez o governo federal? Lançou um plano chamado ‘Pena Justa’, que, em resumo, se preocupa mais com o conforto dos criminosos do que com a segurança da população.

O plano defende o relaxamento do uso de tornozeleiras eletrônicas, estabelece cotas para presidiários e ex-presidiários em empresas que prestam serviço ao governo e, pasmem, sequer restringe essa medida para setores como escolas. A prioridade parece ser sempre proteger os bandidos, enquanto o cidadão comum fica cada vez mais vulnerável.

Fonte TNH1 C/ coluna contextualizando – Flávio Gomes de Barros
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