Policiais do 11º Batalhão viram verdadeiros heróis ao salvar vida de recém nascida em Penedo

Num verdadeiro ato de heroísmo policiais militares  do 11º Batalhão sediado na cidade de Penedo/AL, liderados na oportunidade pela a Tenente Lygia,  por volta  das 19:00 horas  desse dia 19 salvaram a vida de uma recém nascida a pequena  Maria Luiza  de apenas  26 dias de nascido.

A atuação heroica se deu quando a guarnição da FT ( Força Tarefa) 04, estava  realizando ronda pela cidade precisamente próximo a Panetteria  Di Patrícia  Sá, quando  se deparou com um casal em estado nervoso e preocupante de posse de uma bebê  recém nascida, com apenas 26 dias  de nascido  com extremidade do corpo visivelmente vermelha, e roxa ou seja mãos  e pernas sem apresentar choro e bastante fragilizada ou  seja molinha preste a desmaiar, onde os mesmos pediram ajuda a equipe policial para salvar a vida da  filha que estava engasgada.

Os policiais por sua vez, procuraram agir imediatamente com os primeiros socorros colocaram os pais e a criança no interior da viatura, e a competente e determinada Tenente Lygia prontamente iniciou o processo de  desengasgo da Bebê, que após esse início de trabalho por parte da  equipe médica começou apresentar ligeiro sinais de melhora, voltando a respirar lentamente e ainda com dificuldade apresentando como fosse um líquido branco como espuma.

Em seguida Maria Luiza juntamente com  seus pais  Sérgio Luiz e Amanda Caroline, foram conduzidos até a UPA  pelos Policiais em tela, quando naquele momento a bebê recebeu o atendimento  médico de emergência necessário com a equipe médica dando continuidade aspirando o resto do líquido das vias respiratórias da mesma.

Em um final feliz, Maria Luiza voltou a normalidade ficando ao lado dos seus pais em observação e recebendo os últimos cuidados médicos na UPA. Está de parabéns, o 11ºBatalhão de Polícia  por essa grande ação, gesto de humanidade e cumprimento do dever. Queremos parabenizar de modo especial  e eficiente Tenente Lygia Máximo e o policial  P. Guimarães.

Por Geraldo José

 

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