Meus amigos, minha amigas,
“Imaginemos que estamos a beira mar observando um um navio partindo. Ficamos olhando, olhando… Enquanto ele vai partindo, se afastando cada vez mais longe. Até, que finalmente aparece um ponto no horizonte, lá onde o mar e o céu se encontram. E dizemos: ” ele se foi” ! foi aonde ? Foi a um lugar que nossa vista não alcança, só isto!
Mas, ele, continua tão grande, tão bonito, tão importante como era quando estava perto de nós. E naquele exato momento em que nós estamos dizendo ” ele se foi”! Há outros olhando, vendo-o aproximar-se e outras vozes exclamando com alegria: ele está chegando.
Vou parar por aqui para não ser surpreendido pela emoção. Porque diz a sabedoria popular, que o melhor de se consolar alguém é falar pouco, orar muito, sentir junto e estar sempre presente. Cada um do jeito que sabe. Porque só palavras não explicam a morte de alguém tão especial, estimado e querido por todos como era Alexandre Toledo.
Por isso, eu digo que : “o que mais dói nesta vida depois de tanto se amar, não é o adeus da partida é simplesmente não puder voltar.” Ao oceano às ondas chorosas, aos ventos às folhas fugitivas, à aurora a noite e ao homem honrado e de bem a morte.” Descanse em paz amigo Alexandre.
Geraldo José