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Após “punição” de militares, Alfredo Gaspar diz que não irá admitir abuso de poder

Após a prisão e transferência de três policiais militares por terem abordado  numa blitz o coronel da Polícia Militar Adroaldo Goulart, o procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça disse nesta segunda-feira, 27, que o Ministério Público não irá admitir abuso de poder ou corporativismo na aplicação de sansões.

O caso foi de conhecimento público neste domingo, 26, com a circulação de vídeos na internet onde o Coronel, que estava dirigindo um veículo oficial, aparece irritado com a abordagem dos policiais.

Sobre a atuação dos militares Alfredo Gaspar destacou que no momento da abordagem os policiais representavam o Estado. “Não existe patente no Estado o que existe é a lei. Queremos uma apuração isenta, célere, mas imparcial. Para nós pouco importa se tinha um coronel ou general o que importa é que as regras sejam seguidas”, pontou o procurador-geral.

Os PMs Antônio Edvaldo da Silva (segundo tenente), Alexandro de Farias Barros Santos (terceiro sargento) e o soldado Thiago Cavalcante de Araújo Oliveira tiveram suas prisões publicadas na sexta-feira, 24,  no Boletim Geral Ostensivo (BGO) e liberados nesta segunda.

Diante o ocorrido a Alfredo Gaspar disse que as prisões infelizmente ocorreram e espero que tenham sido devidamente motivada.  Porém, quanto à transferência dos policiais para os  batalhões do sertão, agreste e baixo São Francisco, o procurador-geral comentou  que caso tenham ocorrido “transferências sem uma motivação, sem fundamentação, o MP irá interferir judicializando as medidas necessárias”.

Confira o aúdio da entrevista do procurador 

cadaminuto

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