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Polícia de Goiás detém sete e apreende 700kg de maconha após prisão em Novo Lino

Informações contidas no aparelho celular de um suspeito de tráfico preso na cidade de Novo Lino, no interior de Alagoas, no ano passado, ajudaram a Polícia Civil do estado de Goiás a apreender, nesta sexta-feira (14), 700 kg de maconha e prender sete pessoas suspeitas de serem fornecedoras de drogas para outros estados do país, inclusive Alagoas.

De acordo com informações do delegado Rodrigo Sarmento, a Delegacia de Repressão ao Narcotráfico de Alagoas identificou vários contatos de fornecedores de drogas do país durante a operação deflagrada em 2016 na cidade de Novo Lino. Os contatos dos suspeitos estavam em um dos celulares apreendidos.

As prisões efetuadas nesta sexta-feira em Goiás foram resultado do trabalho investigativo iniciado em Alagoas. Os sete investigados foram presos em um hotel do setor Rodoviário. Eles teriam saído da cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul, e se dirigido diretamente para Goiânia.

O grupo atuava distribuindo entorpecentes em Goiânia e região metropolitana, mas também para estados do Nordeste, em especial Sergipe e Alagoas.

Foram presos Joelson Lima Santos, de 46 anos, apontado como líder da organização; Marcelo da Silva Nascimento, de 32 anos; Jaisson Oliveira Souza, de 20 anos; Anderson Nunes Vestena, de 32 anos; Abel Reginaldo da Silva Martins, de 39 anos; Gustavo da Silva Pereira, de 20 anos, e Paulo Ratier Pereira, de 41 anos.

Todos eles são sul-matogrossenses e especialistas no transporte de drogas, principalmente no disfarce e escolta quando do trânsito em rodovias. Jaisson dirigia o carro carregado de entorpecentes. Joelson, Abel e Paulo estavam em uma caminhonete. Marcelo e Gustavo ocupavam outro veículo. Eles tinham a função de escoltar o carregamento.

“Essa ação foi importante também para Alagoas, já que foi desarticulada uma importante rota de remessa de drogas que abastece o mercado de AL e SE. Droga originária do Paraguai e que entrava no Brasil pelo Mato Grosso do Sul e que era transportada aos estados do Nordeste por uma organização criminosa sediada em Goiás”, concluiu o delegado Rodrigo Sarmento.

gazetaweb.globo

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