Plenario da Assembleia Legislativa de Alagoas - Foto ALE

ALE APROVA REAJUSTE DE 6,29% A SERVIDORES E QUER ESTENDÊ-LO A RENAN FILHO

Nesta quinta-feira (22) incomum por fugir à regra de não haver quórum, 18 integrantes da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) aprovaram, por unanimidade, a reposição de 6,29% das perdas salariais para os servidores públicos estaduais e mais outros onze projetos de lei, em redação final.

A proposta aprovada, de autoria do governador Renan Filho (PMDB), dividiu o reajuste em duas parcelas, sendo 3,15%, a partir de 1º de junho; e outros 3,14%, no final do ano, no mês de dezembro, ambos tendo como base os valores pagos em maio de 2017.

EM SESSÃO RARA, FORAM VOTADOS ONZE PROJETOS (FOTO: ASCOM ALE)

Com o alegado objetivo de ampliar o teto das categorias com maior salário do funcionalismo público de Alagoas, a exemplo de delegados de polícia e fiscais de renda, o deputado estadual Francisco Tenório (PMN) disse que apresentará, na próxima semana, projeto de lei que reajusta os salários do governador e vice-governador no mesmo patamar dos servidores públicos estaduais.

Se aprovada a proposta, Renan Filho, que recebe R$ 22.051.95, passará a receber R$ 23.439,02. Uma diferença de R$ 1.387,06. E seu vice, Luciano Barbosa (PMDB), terá salário de R$ 22.057,01, após aumento de R$ 1.305,28.

“O objetivo principal deste reajuste é beneficiar as categorias que estão no teto salarial do Estado de Alagoas como acontece com uma pequena parcela dos delegados de polícia dos fiscais de renda e que está há três anos sem aumento. Sem estes aumentos que ocorreram neste período está havendo uma quebra de hierarquia na polícia civil, onde os delegados de primeira segunda e terceira categoria estão se equiparado com o mesmo salário”, justificou Tenório, que além de deputado é delegado de polícia.

Policiais militares e bombeiros pressionam para ampliar o reajuste para 17,63%, porque Renan Filho concedeu, em 2015, apenas 5% de reposição, enquanto o percentual que deveria ser aplicado era de 6,4%. Naquele ano, a diferença foi de 1,4 ponto percentual não aplicado em relação às perdas salariais. E os militares ainda cobram aplicação integral do acumulado da inflação registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo (IPCA), em 2015, de 10,67%; e em 2016, de 6,29%.

diariodopoder

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