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Em uma sessão histórica Projeto da Previdência Própria não passa e fica para 2017

Numa sessão extraordinária marcada  por um grande número de  servidores públicos na plateia, palavra de ordem, grito de alerta e pressão a hora toda em  cima dos Vereadores  da situação, a Câmara Municipal de Penedo sob a Presidência de Antonio Figueiredo Barbosa ( Júnior do Tó),colocou em pauta para apreciação e votação o Projeto de lei que institui o Regime de Previdência Própria para os servidores públicos do Município de Penedo.

A sessão foi muito movimentada com servidores lotando e concentrando-se logo cedo na porta daquele Poder Legislativo, houve um pequeno  tumulto logo no início envolvendo servidores efetivos, contratados e comissionados para ver quem entrava primeiro no recinto, mas foi contornada a situação Pela a Presidente  do Sindspem Ana Flávia que fez questão de deixar claro que  a Câmara é do povo mas que naquele momento seria dos Servidores efetivos,que os outros esperasse sua vez de entrar. Em seguida, houve abertura dos trabalhos pelo Presidente da Casa Junior  que logo facultou a palavra  para quem dela quisesse fazer uso, quando na oportunidade apenas os Vereadores de oposição usaram a tribuna. Antes disso, o Vereador Derivam Tomaz entrou com um requerimento pedindo o adiamento da votação não obtendo êxito.

Nos discursos, os Vereadores  Ronaldo Vicente, Nelsinho, Derivan Tomaz, Cidoca, Valdinho e Dr. Raimundo Souza imbuídos do mesmo propósito, mantiveram a mesma linha de discursos e de raciocínio,  quando fez ver a importância fundamental de se discutir a longo prazo todo “conjunto da obra” que diz respeito ao Projeto de Lei  em tela. Foi na verdade, uma sessão muito cansativa  mas proveitosa  aonde foi lido todo conteúdo da matéria artigo por artigo num total de 109 e logo o projeto entrou em discussão pelos seus Vereadores, quando na oportunidade foram encontradas várias falhas no projeto o que proporcionou aos Vereadores a entrar com  emendas e que o projeto não fosse aprovado, mas sim devolvido ao Chefe do Executivo para que o mesmo fizesse algumas retificações e reenviasse para Câmara para nova discussões e agora junto com os servidores que são parte interessadas.

O que chamou mais atenção dentro dessa sessão, foi o silêncio dos Vereadores  de situação. Nenhum usaram a tribuna da casa nem mesmo deram sua opiniões comentaram o projeto, num fato no mínimo estranho já que aqueles parlamentares sempre foram  a tribuna fazer uso da  mesma. No final, depois de muitas discussões o Presidente  resolveu.

Geraldo José

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