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Deputados alagoanos se posicionam contra a reforma da previdência proposta por Temer

Durante a assinatura da ordem de serviço para construção do marco referencial do Alagoinhas, alguns deputados federais alagoanos presentes na solenidade afirmaram não acompanhar a proposta do Governo Federal sobre a reforma na previdência social e adiantaram que votarão contrários.

Militante no Partido Democrático Trabalhista (PDT), Ronaldo Lessa afirmou que a proposta está sendo colocada sem haver uma discussão com a sociedade e sem a apresentação dos dados reais sobre quanto dos recursos são retirados da previdência.

“A oposição do PDT é não votar favorável e colocar essa discussão para a sociedade como os números transparentes para a gente fazer o ajuste que precisa e não isso que vem sendo apresentado”, justificou Lessa.

Os parlamentares colocaram um só entendimento ao explicar que a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres prejudica os brasileiros, já que leva em consideração a expectativa de vida. “O brasileiro tem que ficar apreensivo, pois as propostas da maneira que estão colocadas no projeto são assustadoras, por exemplo, o aumento da idade com base na expectativa de vida é surreal. A expectativa de vida de uma pessoa do sertão de Alagoas é diferente a expectativa de vida de quem mora da zona rural do Rio Grande Sul”, colocou Rosinha da Adefal (PT do B).

Também contrário, o deputado Givaldo Carimbão (PHS) disse não acreditar que a matéria seja aprovada dentro prazo anunciado pelo Governo Federal, uma vez que ela traz pontos polêmicos, que precisam ser discutido com a sociedade. Já o deputado Cícero Almeida (PMDB) acrescentou que o projeto da forma como está sendo apresentado não cria oportunidade para o trabalhador brasileiro e não se tem condições de aprovar.

Além de fixar uma idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, as novas regras, se aprovadas, irão atingir trabalhadores dos setores público e privado. De acordo com o governo, a única categoria que não será afetada pelas novas normas previdenciárias é a dos militares.

Pelas regras propostas pela gestão Temer, o trabalhador que desejar se aposentar recebendo a aposentadoria integral deverá contribuir por 49 anos.

cadaminuto

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