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Operação que deixou um morto prende sete e apreende armas e dinheiro

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) realizou, nesta quarta-feira (5), uma entrevista coletiva para esclarecer a morte de um suspeito em confronto com a polícia logo pela manhã. Ele foi identificado como Aleksandro Galvão Damasceno, de 33 anos, e morreu após uma troca de tiros em um prédio na Jatiúca, parte baixa da capital. Na operação, a polícia conseguiu deter sete suspeitos de envolvimento em crimes – cinco deles foram presos hoje -, apreendendo drogas, armas e dinheiro.

Durante a ação batizada de “Troia”, os policiais se depararam com 45 quilos de maconha, três quilos de crack puro, duas balanças de precisão e R$ 15,8 mil em espécies, além de aparelhos de telefone celular, três armas de fogo e vários documentos de veículos.

A pistola 380 e os revólveres, calibres 32 e 28, apreendidos estavam na casa de Aleksandro. Segundo a polícia, ele foi baleado após resistir à prisão e ainda chegou a ser levado para o Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche da Barra, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e veio a óbito.

Segundo a Polícia Militar, ele comandava o tráfico de drogas no Benedito Bentes, no Village e em regiões circunvizinhas. Ao todo, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em diversos pontos da capital alagoana e nas cidades de Coruripe, no Litoral Sul, e Jundiá, na região Norte.

Operação apreendeu drogas, armas, celulares e dinheiro

FOTO: RAFAEL MAYNART

 

“Podemos perceber que não se tratava de uma quadrilha pequena, Pela quantidade de material apreendido, constatamos a organização deste grupo, cuja movimentação de drogas e dinheiro era grande”, afirmou a delegada Lucy Mônica, secretária adjunta de Segurança Pública.

Foram presos Bruno Renato Magalhães, 27 anos; Cláudia Patricia Batista da Silva, 34, esposa de Aleksandro Galvão; José Ristanly Galvão Damasceno, 30, irmão de Galvão; Sidney Antônio Melo, conhecido como “Nego Ney”; e Juliana Carla Thomás Discena, de 23 anos, flagrada com 23 quilos de maconha.

A polícia ainda informou ter encontrado, numa residência em Porto Calvo, um buraco de mais de dez metros de largura e que, possivelmente, era usado para armazenar drogas.

A operação foi realizada pelas polícias Civil e Militar, que contaram com o apoio do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc). Os mandados foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital.

 

gazetaweb.globo

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