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Digitais de estudante morto na PB não devem ser encontradas em arma, diz polícia

A Polícia Civil da Paraíba informou, nessa segunda-feira (24), que a perícia que será realizada na arma supostamente encontrada com o universitário alagoano Cícero Maximino da Silva Júnior, conhecido como Eduardo Júnior, não deve identificar digitais do estudante.

O motivo, segundo a polícia, é o fato de o revólver calibre 38 apresentado pela Polícia Militar “foi manuseado por diversas pessoas” após ser encontrado próximo ao corpo na última sexta-feira, na orla do bairro de Manaíra, em João Pessoa, no estado da Paraíba.

De acordo com o delegado Danilo Alves, a perícia vai verificar a descrição do objeto, a origem, quem foi o primeiro comprador, o fabricante e checar se a arma estava apta para uso.

“A perícia está prejudicada, porque várias pessoas manusearam essa arma de fogo. Ela não foi apreendida em poder do estudante, mas encontrada no local, próxima ao corpo da vítima. Essa hipótese de encontrar digitais está descartada”, disse o delegado à TV Cabo Branco.

O corpo de Cícero Maximino da Silva Júnior foi sepultado nessa segunda-feira no município de Teotônio Vilela, interior de Alagoas. O velório aconteceu no ginásio municipal e o sepultamento reuniu familiares, amigos e colegas da faculdade particular que ele cursava.

A versão oficial apresentada pela Polícia Militar é de que o estudante não atendeu a uma ordem de parada e teria sacado uma arma – um revólver calibre 38 – contra os policiais. A vítima foi, então, atingida por um disparo que teria acertado a cabeça.

Eduardo Júnior chegou a ser encaminhado para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, mas morreu antes de receber atendimento médico.

Polícia Militar apresentou arma que supostamente estava com estudante

FOTO: REPRODUÇÃO/G1/PB

 

 gazetaweb.globo

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