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Sindpol aguarda reunião com governo para definir se entra em greve

Após uma assembleia realizada pelo Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) nesta terça-feira (06) para definir se o sindicato entraria em greve, a categoria decidiu aguardar uma reunião com o secretário de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) que acontecerá na próxima terça-feira (13). O governo deve apresentar uma proposta de aumento salarial para o Sindpol, caso eles não aceitem, podem deflagrar greve.

O vice-presidente do Sindpol, Edeilto Gomes, informou à reportagem do CadaMinuto que na greve que ocorreu no mês de maio, ficou acordado na conciliação com o Tribunal de Justiça (TJ/AL) de que o governo apresentaria uma proposta de aumento salarial até o mês de agosto, mas até o momento não houve nenhuma proposta.

Sobre a paralisação das atividades o sindicalista reforçou que “não tem como entrarmos em greve porque essa assembleia de hoje é para uma mobilização. Atualmente, nosso piso é de R$ 3.060,00 e nós queremos que ele passe para R$ 5.500,00”, comentou o vice.

A assessoria de Comunicação da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) informou que até o momento não o secretário não recebeu nenhuma informação de forma oficial sobre a assembleia da categoria.

Sobre o acordo firmado junto ao TJ, a Ascom/Seplag destacou que a  negociação em questão diz respeito ao piso da categoria. Durante as rodadas da Mesa de Negociação Permanente do Governo, os servidores ficaram cientes de que vem sendo realizado pela Seplag um estudo que visa medir o real impacto do pleito do Sindpol. Tudo tem sido feito de maneira que não venha a comprometer o andamento da folha de pagamento do Estado de Alagoas.

“A tentativa de acordo e a disponibilidade de negociação do Estado tem demonstrado a postura transparente e aberta adotada pelo Governo de Alagoas. A Secretaria do Planejamento e Gestão lamenta caso a categoria decida aderir a greve, pois o movimento grevista prejudica o governo, a própria categoria e, principalmente, a sociedade alagoana, trazendo grandes prejuízos a todas as partes. Faz-se necessário avaliar a atual conjuntura do Estado e do País, de instabilidade e dificuldade financeira, e Alagoas não tem medido esforços para solucionar as reivindicações dos servidores públicos. Enquanto gestores de vários outros estados da Federação são cobrados pelo pagamento de salários atrasados dos servidores, Alagoas busca avanços e progressos para seu funcionalismo público, baseados no planejamento, cautela e responsabilidade”, destacou a assessoria .

Paralisação de 24h

Os policiais civis de todo o país farão paralisação de 24 horas para o dia 21 de setembro contra o PLC 54/2016 e a PEC 241/2016 que retiram direitos, congelam salários e privatizam os serviços públicos. Essa paralisação nacional é uma deliberação aprovada no XVI Congresso Nacional da Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) para todos os estados brasileiros.

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