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Relator vota por punição, mas pedido de vista suspende julgamento da ‘Taturana’

O desembargador Domingos Neto, relator do processo que julga os recursos de 9 réus da Operação Taturana, durante a leitura de seu voto, derrubou mais de 20 preliminares para chegar à conclusão de sua posição acerca do processo. Ele manteve as penalidades aos deputados, mas um pedido de vista do desembargador Fernando Tourinho suspendeu o julgamento após 7h de sessão. A previsão é que ele seja retomado somente no dia 29 de setembro.

Como argumento, Tourinho disse que precisaria esclarecer algumas dúvidas quanto às preliminares suscitadas.

Domingos Neto, além de manter a penalidade aos parlamentares, votou para que a multa aplicada ao Banco Rural seja referente a 100 vezes a remuneração recebida pelos parlamentares em janeiro de 2003, com base no art. 12 inciso 3 da Lei de Improbidade Administrativa.

Julgamento

O julgamento dos réus da Operação Taturana começou no início da manhã de hoje. Os primeiros a falar foram os advogados de defesa, que pediram a suspensão do julgamento alegando diversas nulidades no processo. Todos os argumentos foram negados pelo desembargador-relator.

Ainda durante a manhã, o Ministério Público Estadual fez uso da palavra e pediu a punição dos envolvidos no esquema que resultou em um rombo de R$ 300 milhões aos cofres da Assembleia Legislativa para custear um empréstimo feito ao Banco Rural.

Confira a lista dos réus/apelantes:

– João Beltrão de Siqueira

– Maria José Pereira Viana

– Cícero Amélio da Silva

– Paulo Fernando dos Santos

– Manoel Gomes de Barros Filho

– José Adalberto Cavalcante Silva

– Banco Rural S/A

– Arthur César Pereira de Lira

– Celso Luiz Tenório Brandão

– José Cícero Soares de Almeida

gazetaweb.globo

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