Eleição deve ser marcada por “surpresas”, principalmente no interior

É quase uma unanimidade entre os “especialistas” da política alagoana: as urnas trarão, no domingo, especialmente nas cidades do interior, resultados inesperados.

“O comportamento do eleitor está estranho. A maioria mostra desinteresse e quando emite opinião não é de maneira firme”, aponta um experiente “leitor de pesquisas”.

É voz geral até entre os diretores de institutos locais que as pesquisas mais vão errar do que acertar. “Na mesma rua, os eleitores mudam de opinião entre uma pesquisa e outra, apenas com alguns dias de diferença”, explica o diretor de um instituto alagoano.

Nas menores cidades, onde a disputa tem apenas dois lados, os resultados são mais previsíveis. As maiores “surpresas” deve vir mesmo das cidades com mais de 40 mil habitantes, onde as redes sociais e a campanha no rádio tem maior peso.

Na capital, a “surpresa” será uma possível decisão da eleição no primeiro turno, embora seja mais provável a disputa em segundo turno. Nesse caso, o que se espera é que Rui Palmeira passe para a próxima fase da eleição com Cícero Almeida ou JHC.

Rearranjo

Com ou sem surpresas, as urnas vão traçar um novo cenário na política de Alagoas. O PMDB de Renan Filho e Renan Calheiros tem 73 candidatos a prefeito, com chances de eleger cerca de 35.

Ainda assim, há quem acredite que o grupo do governador e do senador perderá forças nos maiores colégios eleitorais, abrindo  espaço – em caso de vitória do PSDB em Maceió – para a oposição.

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