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Por que você não deve dizer que todo político é bandido

Pra começar: porque não é justo.

Ainda que deixemos de lado a “geração de ouro” de Alagoas da década de 1980, podemos apontar exemplos de agora, de gente que teve tudo – como alguns colegas deles – para roubar o erário e/ou matar adversários, mas não o fizeram.

E continuam sendo pessoas que respeitamos e, certamente, não nos acanharíamos de receber na nossa própria casa e apresentar para os nossos familiares e amigos.

Cito-os – à frente – por não serem candidatos na eleição deste ano, mas estou certo de que há outros de quem a polícia nem lembra, por não serem alvos da caça ao crime.

Vamos lá.

Rodrigo Cunha é deputado estadual, Judson Cabral pode voltar a sê-lo e Heloísa Helena deverá trilhar caminhos que a levarão ao cenário político nacional – em breve.

Mas se dizemos que “todo político é bandido”, estamos atingindo também os personagens mencionados acima, o que seria, repito, uma tremenda injustiça.

Portanto, antes de excluir a possibilidade de votar nas próximas eleições, lembre-se dos três, ou de outros com os quais você tem mais identidade.

Olhe para as pequenas legendas – as mais ideológicas – e não apenas para os grandes partidos, donos do poder e do povo: você pode ter boas surpresas por lá – é tentar.

Ao fim, fica a sugestão de sempre: só vote em alguém que você levaria para a sua casa, ainda que a visita seja ficcional.

Seguramente, você não abriria a porta para um vigarista ou para um suspeito de traquinagem. O lugar destes deve ser lá em cima, em endereço que conhecemos pelo noticiário.

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