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Familiares de policiais mortos em serviço fazem ato e cobram justiça

O Dia dos Pais foi a data escolhida pelos familiares do policial rodoviário federal Luiz de Gonzaga Pereira dos Santos, do capitão PM Rodrigo Rodrigues e do policial federal Ubaldo de Oliveira Melo Júnior para cobrar justiça pelas mortes. O ato percorreu a Avenida Silvio Viana, na Ponta Verde, na manhã deste domingo (14).

Nas camisetas que familiares e amigos usavam estavam os rostos dos três policiais. A emoção tomou conta de todos em vários momentos do ato e também tocou as pessoas que passavam pelo local. O sentimento que unia as famílias no ato era o sentimento de justiça.

O genro de Luiz de Gonzaga, Adauto Torres, falou que a família tenta lembra a sociedade sobre o crime que vitimou o policial e pediu que justiça fosse feita. “Estamos lutando para estar lembrando sempre a sociedade que estes policiais morreram em atividade. A saudade é grande, mas seguimos lutando por justiça”, disse.

O julgamento de Jeová Rodrigues de Lima, réu pelo assassinato de Luiz, vai ocorrer no próximo dia 23 de agosto. Luiz de Gonzaga foi morto na BR-423, no município de Ouro Branco em maio de 2015. Segundo as investigações, o policial isolava a área onde havia ocorrido um acidente automobilístico quando um homem chegou ao local, sacou um revólver e atirou no policial. Jeóva, apontado como autor dos disparos, ainda tentou fugir, mas foi detido por outro PRF.

Já um dos familiares do capitão PM Rodrigo disse que todos os três policiais estavam em serviço protegendo a sociedade quando foram mortos. “O Rodrigo foi assassinado quando trabalhava. Precisamos lembrar que a polícia protege a sociedade e está exposta. Nesse ato além de lembrar com saudade, cobramos celeridade nas investigações do caso”, disse Paulo Holanda.

Capitão Rodrigo foi morto com um tiro durante uma investigação policial no bairro Santa Amélia, no dia 9 de abril deste ano. O suspeito de atirar contra o policial, Agnaldo Vasconcelos, está preso.

Outra família que também participou do ato foi a do policial federal Ubaldo de Oliveira. A filha e outros familiares e amigos de Ubaldo seguravam cartazes e camisetas com fotos dele. Eles também cobraram justiça para o caso, apesar de os acusados pela morte estarem presos.

Ubaldo foi baleado e morto durante uma suposta tentativa de assalto a um mercadinho no bairro da Santa Lúcia. Ele reagiu e ainda trocou tiros, mas acabou ferido e não resistiu aos ferimentos.

cadaminuto

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